terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
A inteligência que não voltou do Canadá
Carlos Nascimento nos surpreendeu noite passada declarando que somos todos idiotas, claro, menos a Luiza que já voltou do Canadá.
Tudo isso por causa do fenômeno "Luiza que está no Canadá" e do suposto estupro no Big Brother Brasil. Sim, esses são assuntos menos importantes do que a política mundial ou a falta de igualdade dentro do Brasil. O brasileiro adora votar para o BBB, mas fica aborrecido quando em outubro tem que sair da sua casa para escolher seus representantes. E olha que isso nem acontece todo ano, ao contrário do BBB que todo ano está ai na TV.
O problema não é a repercussão desses hits da internet, mas sim, a não discussão de temas mais profundos da nossa cidadania como as reformas políticas e econômicas do país.
As pessoas não são burras por repetir e usar esses bordões na sua vida cotidiana, inclusive, isso demanda certa inteligência para adequar as palavras à situações. Poderíamos dizer que isso é criatividade? Podemos encaixar isso em algum tipo de inteligência?
Está na moda criticar o que se é popular, como se aquilo fosse o último bastião da ignorância do povo. Acho que as pessoas não conhecem o famoso bom humor do brasileiro. Claro, aprenderam tudo nos livros, não tiveram contato com as pessoas, filosofaram sem viver, apresentaram palestras com bonitas fotos sem nunca ter participado de um churrasco na laje.
Nossos problemas não vão desaparecer se Luiza ainda estiver no Canadá. As mudanças necessárias no país dependem muito mais do que da falta de alegria do povo, esses sucessos são passageiros, nossos problemas não. Assim, porque não usá-los para fazer críticas inteligentes, dizer que a chuva em São Paulo e seus alagamentos afetam todo mundo, menos Luiza que está no Canadá. São tantas coisas a serem ditas, e tantas coisas a serem feitas, porque implicar com a Luiza que está bem na fita?
Veja o video aqui.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Megaupload fechado
No final da tarde uma surpresa, quem tentava carregar o site de armazenamento (compartilhamento) Megaupload se deparava com um problema. A página simplesmente não carrega, poucas horas depois se soube o motivo.
Nos EUA foi decretado o fechamento e a prisão dos responsáveis pelo site. As prisões incluem funcionários, executivos e o presidente Kim Dotcom (ou Kim Schmitz). Segundo a acusação o Megaupload comete crime de violação de direitos autorais. Os números da acusação também assustam, 500 milhões de dólares devidos aos detentores dos direitos autorais.
O fechamento do site e a prisão dos seus responsáveis acontece um dia depois do protesto mundial organizado contra os projetos de lei SOPA e PIPA.
Saiba mais aqui.
SOPA e PIPA: Não é comida e diversão
A maioria das pessoas estão perdidas com as siglas que foram jogadas na internet essa semana. SOPA e PIPA figuraram nas redes sociais como os itens mais citados, além de centenas de milhares de artigos falando sobre o assunto em blogs e sites de notícias. Mas esses projetos de lei norte-americanos podem mesmo interferir na minha vida?
Sabemos que hoje o compartilhamento de material protegido por direito autoral é crime. Essa é uma discussão que se arrasta a muitos anos, desde quando a internet se tornou rápida o bastante para downloads de arquivos MP3 (música basicamente). Até então as companhias processavam as empresas que mantinham esses arquivos em seus servidores, o que ficou obsoleto, pois o compartilhamento passou a ser feito por redes P2P (Ponto a ponto, vários usuários têm uma cópia desse arquivo em seu computador, o sistema apenas verifica o arquivo, permitindo que ele seja baixado por outros usuários, de forma que eles futuramente passem a compartilhar o arquivo também). Foi então que eles resolveram atacar os serviços que promoviam o P2P, como o The Pirate Bay, nesses sites estão indexados arquivos que te levam aos conteúdos pirateados. Ou seja, eles não estão nos servidores dessas empresas. Outro ponto, esses sites são geralmente hospedados fora dos EUA, o que dificulta ou impossibilita a aplicação das leis norte-americanas nesses casos. Isso deixou de mão atadas as indústrias que se viram prejudicadas com a pirataria.
Como essa discussão ainda não é madura, e a justificativa vem apenas dos lucros das empresas envolvidas, não há uma definição clara do que fazer para processar os acusados, e o que fazer com os condenados. É nesse contexto que entram a SOPA e a PIPA.
O SOPA (Stop online piracy act) é um projeto de lei que traz meios legais, dentro dos EUA, para que as empresas de mídia (cinema, música, livros,...) possam se proteger contra a pirataria. Isso significa leis específicas e punições mais rígidas para os infratores. Como essas leis são pouco claras, nada impedirá que sites sejam censurados por comentar assuntos desconfortantes para a indústria ou para o governo, com pretexto de serem conteúdos ilegais.
Um exemplo disso é um site que fala de música e faz um artigo criticando o Justin Bieber. Se nesse post for inserida uma foto (direito de imagem) do cantor, ou um trecho de música (direito sobre a obra), a gravadora pode tirar o site do ar por pirataria, fácil assim. Nesse caso, primeiro você bloqueia e depois você processa. O mesmo aconteceria se o artigo estivesse elogiando o produto, leia Justin?
O PIPA é um pouco mais técnico, com ele serão definidas normas a serem seguidas por sites e provedores de acesso (Hospegagem, DNS, etc). Os sites serão punidos (com exclusão possivelmente) por manterem conteúdo ilegal ou mesmo links que direcionem para esses conteúdos. Provedores serão responsáveis por implementar sistemas que reconheçam serviços e conteúdo de pirataria, e serão punidos se forem ineficientes.
Imaginem sites como o Facebook, tendo que monitorar todos os links inseridos por usuários e verificando se estão de acordo com as leis. E o Google então? Lembrando, esse controle será dentro dos EUA, mas o material que chegará de todos os cantos do planeta também devem passar por essas barreiras. O bloqueio será feito tanto pelo endereço URL do site ou pelo seu IP (endereço único do computador na internet). Sites considerados ilegais simplesmente não figurarão nas buscas, e nem mesmo seu endereço será acessível.
Imaginem sites como o Facebook, tendo que monitorar todos os links inseridos por usuários e verificando se estão de acordo com as leis. E o Google então? Lembrando, esse controle será dentro dos EUA, mas o material que chegará de todos os cantos do planeta também devem passar por essas barreiras. O bloqueio será feito tanto pelo endereço URL do site ou pelo seu IP (endereço único do computador na internet). Sites considerados ilegais simplesmente não figurarão nas buscas, e nem mesmo seu endereço será acessível.
O SOPA, a princípio foi engavetado, com a proximidade das eleições norte-americanas a maioria dos políticos não quis sua imagem ligada à censura na internet. Porém, o PIPA ainda está em tramitação, e mesmo sem seu irmão é uma grande ameaça para a liberdade na internet. Essa não é uma lei brasileira, não podemos chegar nos senadores norte-americanos e dizer o que eles devem fazer. O que deve ficar claro é que no Brasil repudiamos qualquer tipo de censura, incluindo aquelas vindas de outros países.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
BBB12 Pay-per-View de graça na rede
O BBB (Big Brother Brasil) voltou na sua décima segunda edição, para aqueles que não se contentam com o resumo da Rede Globo vai aqui o canal da Justin.TV para o pay-per-view da atração.
Para assistir clique aqui.
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Ai se eu te pego: Um centavo nessa discussão
Não colocaria na minha playlist nenhuma música do Michel Teló, e antes que os fãs me acusem de preconceito e os intelectuais me carreguem nos braços, digo que fui criado ao som de Tonico e Tinoco, Trio parada dura, Sula Miranda e afins. Tenho o maior respeito por música, mesmo as que não me agradam. É uma questão de reconhecer qual o papel delas em determinadas cenas, eu nunca imaginei as minhas férias no campo ao som de João Gilberto. Nem as pessoas que moravam ali, pois não se identificariam com João Gilberto. Algo parecido acontece quando pessoas que não são paulistanas ouvem IRA!, Pobre Paulista, não há identificação. Ou o preconceito que sofre a banda Engenheiros do Havaí fora do Sul. E música é, em parte, identificação.
Deixar sertanejo universitário fora da minha lista é apenas um fato ligado ao meu distanciamento com a música comercial. Realmente são poucas dessas músicas que conseguem a minha atenção. Pra mim, música é um pouco mais do que entretenimento, ela passa por questões culturais e estão diretamente ligadas ao seu tempo. O movimento punk não surgiria numa Inglaterra fora dos seus problemas sociais no final dos anos 70, e das duras mãos de Margaret Thatcher. Sem as reformas sociais promovidas por ela e seu neoliberalismo não haveria solo fértil para a revolta daqueles que não tinham futuro.
Nessa mesma época, as paradas eram inundadas por bandas como Duran Duran, e toda aquela sua alegria rosa. Algo dissonante do que vinha acontecendo na Inglaterra, como ter todo aquele amor e doçura em meio ao lixo acumulado nas ruas devido a uma greve dos lixeiros londrinos? Mesmo assim, havia essa mistura daquilo que surgia cheio de ideais e daquilo que era simplesmente comercial.
Antes de Michel Teló, tivemos uma lista enorme de hits grudentos. Não há mal algum nisso, a música pop é feita desses inúmeros hits. Quem não se lembra da "boquinha da garrafa"? A música popular brasileira (Sim, isso é realmente MPB) tem o direito de não ser política, não ser intelectual e fazer as pessoas dançarem. Fazer uma análise histórico-sociológica dessas letras, e culpá-las de não se encaixarem num determinado padrão de qualidade intelectual é reflexo da cultura da opinião baseada nas elites intelectuais, onde fora delas não há cultura. E como toda elite, eles se esquecem que cultura é todo um povo, e não um recorte de sociedade seguindo seus padrões.
"Ai se eu te pego" não é uma música política, em nada tem a ver com a ditadura de 64. Se você fizer uma análise da letra verá que ela é exatamente o que você entende. Tem um ritmo popular, sertanejo, acordes tocados de maneira correta, dançante. E claro, envolve sexismo na letra e tem uma coreografia sensual. Mas o mesmo não acontece nas novelas? Nas propagandas? Isso é um problema cultural, e não dessa música especificamente.
O que as pessoas tentam entender é porque essa música saiu do interior do país e tomou o mundo. Um caminho diferente da Macarena que tomou as paradas nos anos 90. Antes havia todo um processo para a música se tornar um sucesso mundial, e isso também envolvia muito dinheiro. Só grandes gravadoras podiam bancar um sucesso internacional.
O Nirvana, por exemplo, foi uma banda na qual uma grande gravadora apostou. Nevermind só se tornou um sucesso mundial com a injeção de muito dinheiro numa distribuição mundial. E essa segurança só se deu com o sucesso, anos antes, da dita música de universidade. Encabeçada pelas ótimas vendas de bandas como o REM.
Hoje as coisas funcionam um pouco diferente. Uma pequena produção e uma boa divulgação gastam menos recursos, plataformas livres de divulgação permitem que qualquer pessoa grave e divulgue seu trabalho. Produtos antes locais, podem agora se tornar mundiais se forem divulgados e caírem no gosto popular.
Quando esse texto sair, provavelmente "Ai se eu te pego" nem será tão famosa assim. Nós já vimos outros hits que vieram e foram, tão rápidos quanto a sua divulgação viral. Ainda lembram da "Banda mais bonita da cidade"?
Um número maior de pessoas divulgando seu trabalho diminui também a peneira que as separavam do sucesso. Antes, produtores rejeitavam, pois as oportunidades eram poucas e os talentos muitos. Agora, talento não é mais um pré-requisito para entrar no mundo globalizado da mídia. A quantidade de pessoas cantando em frente a uma WEBcam é impressionante, e na maioria das vezes hilária.
Mas só isso ainda não explica Michel Teló. Além da facilidade de divulgação mundial, ainda temos um fator favorável: o crescimento do Brasil frente ao mundo. Antes, éramos embalados no mesmo pacote dos países latino-americanos. Antes, éramos retratados como mais uma república das bananas, dançando salsa e rumba sem parar.
Nos últimos anos o crescimento do Brasil nos diferenciou no mercado internacional. As pessoas passaram a acreditar em nós como um produto particular, e com qualidade equivalente. Ao saber que um video é de determinado cantor brasileiro as pessoas passaram a não ter um rótulo generalizado latino e passaram a se interessar por aquilo que vem desse país em crescimento.
Muitos artistas brasileiros têm feito shows fora do país. Isso deixou de ser um luxo para os poucos consagrados e tem se tornado cada vez mais comum. Teló, é o primeiro grande hit dessa nova era. Não podemos discutir se a música é ruim, ou não. Se o sucesso dele é merecido ou não. Uma música de sucesso não pode ser prevista, se assim fosse, o mercado fonográfico seria muito agradecido. Pois saberia exatamente em quem investir, ao invés de gastar recursos com artistas que não seriam lucrativos. Música é negócio, pelo menos é assim que eles vêem.
O que eu vejo com "Ai se eu te pego" é apenas mais um hit comercial, de proporções mundiais, que tomará as paradas por algumas semanas. Após isso, um novo aparecerá e ninguém aqui vai questionar porque ele é sucesso. Questionar Michel Teló é questionar a nossa capacidade de criar produtos que podem ser vendidos mundialmente, pra mim, isso é normal. A capacidade do brasileiro é igual a de qualquer outro povo. E nosso momento econômico nos propicia isso.
Quanto a qualidade, bem, eu particularmente não gosto e procuro não ouvir. Mas gosto é algo questionável, a maioria das pessoas vêem a música como um entretenimento, uma busca coletiva de alienação. Quando eu quero me instruir não vou para a balada, isso é claro. O questionamento é se a todo momento precisamos estar envoltos em uma camada intelectual, e se em momento algum podemos escapar disso. Claro, a alienação permanente, algo constante na sociedade, também não traz benefícios. E viver em um estrato diferente é tão ruim para alienados quanto para intelectuais. Enfim, se não gosta, não preste atenção.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Usando discos de partição NTFS no Ubuntu 11.10
Hoje me deparei com um problema, tinha uns arquivos nas pasta Downloads padrão do Ubuntu e queria copiá-los para um disco particionado com o sistema NTFS. Durante várias vezes fiz essa tarefa sem problemas, mas depois que reinstalei meu UBUNTU 11.10 não lembro de tê-lo feito.
Para minha surpresa, não consegui. A primeira ideia foi pegar um pendrive e repassar esses arquivos para lá e depois copiá-los para o disco. Nada. Quebrando a cabeça com permissões e tudo desse tipo percebi que apenas acontecia o problema em partições NTFS, e não sei porque o Ubuntu não estava me permitindo escrita nesses discos.
Par resolver o meu problema achei um programinha bem simpático e eficiente, o ntfs-config. Para instalar basta digitar no terminal:
Para executar o programa você pode procurá-lo no Dash:
Ou digitar no terminal o comando:
Ao iniciar o programa é mostrada uma tela, listando seus dispositivos com NTFS. Clique em procurar automaticamente, no meu teste esse comando travou na tela do terminal. Porém, ao cancelar a ação a tela a seguir é mostrada.
Clique nas opções de escrita para dispositivos internos (discos) e externos (pendrives). Clique em fechar, automaticamente os seus discos começam a funcionar. Os pendrives necessitam ser ejetados e recolocados.
Bom, espero que isso ajude alguém.
Para minha surpresa, não consegui. A primeira ideia foi pegar um pendrive e repassar esses arquivos para lá e depois copiá-los para o disco. Nada. Quebrando a cabeça com permissões e tudo desse tipo percebi que apenas acontecia o problema em partições NTFS, e não sei porque o Ubuntu não estava me permitindo escrita nesses discos.
Par resolver o meu problema achei um programinha bem simpático e eficiente, o ntfs-config. Para instalar basta digitar no terminal:
sudo apt-get install ntfs-config
Para executar o programa você pode procurá-lo no Dash:
Ou digitar no terminal o comando:
sudo ntfs-config
Ao iniciar o programa é mostrada uma tela, listando seus dispositivos com NTFS. Clique em procurar automaticamente, no meu teste esse comando travou na tela do terminal. Porém, ao cancelar a ação a tela a seguir é mostrada.
Clique nas opções de escrita para dispositivos internos (discos) e externos (pendrives). Clique em fechar, automaticamente os seus discos começam a funcionar. Os pendrives necessitam ser ejetados e recolocados.
Bom, espero que isso ajude alguém.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Adobe Flex pode ter uma sobrevida no LINUX
Anunciado que o projeto Flex, para Linux, foi encaminhado para a Apache Foundation. Com isso, o produto que tinha sido descontinuado no segundo semestre de 2011 pela Adobe, passa ao controle da fundação também responsável por produtos como o OpenOffice.
A nota da Adobe comunicando o fato pode ser lida aqui.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Indicadores de teclado no Ubuntu
Infelizmente o Ubuntu 11.10 não traz, por padrão, uma forma de indicar quando seu teclado está com as funções Caps Lock, Num Lock e Scroll Lock ativadas/desativadas. Acabei descobrindo um indicador muito similar ao que uso no meu laptop com Windows 7, ao ativar/desativar as funções de teclado uma tela no canto superior direito aparece para indicar seu status. Poucos segundos depois essa pequena tela desaparece, em um efeito gradativo de transparência.
Além de útil, visualmente é bem bacana.
Abaixo mostro a instalação passo a passo desses indicadores através do terminal (Crtl+Alt+T)
Primeiro devemos adicionar o repositório do programa, isso vai servir para que o sistema encontre os arquivos necessários e para recebermos futuras atualizações.
sudo add-apt-repository ppa:tsbarnes/indicator-keylock
Precisamos agora atualizar nossa lista de repositórios com o seguinte comando:
sudo apt-get update
Depois de atualizada a lista basta instalar o programa com:
sudo apt-get install indicator-keylock
Pronto, temos agora um indicador que aparecerá quando alterarmos os status das funções. Abaixo uma sequência de Screenshots para demonstrar o aplicativo.
![]() |
| Tecla Caps Lock ativada. |
![]() |
| Tecla Caps Lock desativada. |
![]() |
| Tecla Num Lock ativada. |
![]() |
| Tecla Scroll Lock ativada. |
Algumas configurações são possíveis no aplicativo, para isso procure por indicator no seu Dash como pode ser visto na tela abaixo, clique o ícone.
![]() |
| No Dash procurando o indicador. |
![]() |
| Tela de configuração. |
Nela podemos fixar um indicador na barra superior, e escolher qual das funções deverá aparecer nessa barra. Particularmente não uso essa função, a barra superior já fica bem poluída com os ícones do sistema e adicionar mais um não me agrada. Além disso, toda vez que o status da tecla mudar você será informado pelo pop-up que aparece no canto direito. Espero ter ajudado.
Fonte: Ubuntu Dicas
sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
MyWebSQL
Desde quando comecei a me aventurar no desenvolvimento WEB aprendi a acessar os meus bancos de dados do MySQL através do phpMyAdmin. Não por acaso, na maioria dos programas de servidores _AMP (XAMPP, uWAMP, WAMP, etc) já trazem esse aplicativo por padrão.
Mas com o tempo, fui enjoando do phpMyAdmin e me irritando com sua interface engessada. Foi nessa época que conheci o HeidSQL um programa bem interessante para as tarefas do dia-a-dia nos meus bancos de dados.
Acontece que o HeidSQL é um programa desenvolvido para o Windows, e mesmo rodando em Linux com o Wine e afins não me agradou.
Foi quando descobri um outro sitema WEB, nos moldes do phpMyAdmin, e com a vantagens de estar atento às mudança da WEB 2.0
O myWebSQL tem a proposta de ser a nova geração de clientes WEB para o banco de dados MySQL. Nesse link você pode ver as características do programa, assim como nesse site você pode baixá-lo.
O link abaixo tem uma boa explicação:
http://www.mamura.com.br/mywebsql-uma-otima-alternativa-para-gerenciamento-de-banco-de-dados/
Adeus ao Ie6: Poucas saudades
Em um passado distante existiu a famosa guerra dos browsers entre Nestscape Navigator e Internet Explorer. Se você não ouviu sobre, ou não usou o Netscape imagina quem ganhou essa disputa. Porém, num presente um pouco mais visível sabemos que hoje o navegador da Microsoft já não é unanimidade entre internautas e desenvolvedores.
Se hoje ainda temos dificuldades com os padrões WEB, por esse ou aquele detalhe não implementado por determinado navegador, imagine essa padronização em um cenário de brigas e tentativas de consolidação no mercado. Mas, infelizmente para alguns, essas guerras com o passar do tempo tem suas baixas.
Ontem foi anunciado o fim do suporte ao Internet Explorer 6 (ie6), talvez a versão mais popular dos navegadores para Windows. Lançado em agosto de 2001 teve mais de 80% de utilização como navegador padrão dos internautas, alavancado pelo sucesso do Windows XP que já o trazia instalado.
O fim se deu pela constatação de que menos de 1% dos internautas ainda usam o navegador ie6 como padrão, assim, a empresa passa a considerar inviável suas atualizações e manutenção. Outro ponto é que a Microsoft recomenda que sistemas usando Windows XP sejam atualizados, esse também com os dias contados, e por consequência que versões mais atualizadas do navegador, como as versões 8 e 9, passem a ser usadas.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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